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RT: Dr. Rodrigo Machado Cruz | CRM-DF 9603 | RQE 3061

AMBLIOPIA

O que é?

Trata-se de um termo oftalmológico para baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Também é chamada de “olho preguiçoso”. Trata-se da maior causa de cegueira monocular no mundo, acometendo até 5% da população mundial, além da principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema sério e que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais (por isso triagens visuais para as crianças são tão importantes). Se não tratado ao quanto antes, na infância, deixa déficit visual que afetará a criança por toda a vida, impedindo-a de exercer profissões ou atividades que dependam da visão binocular.

Quais são as causas?

As principais são:

  • Estrábica: a criança “usa” apenas um dos olhos (o que está alinhado) e o olho desviado não se desenvolve pois o cérebro precisa suprimir a imagem deste para que a criança não apresente visão dupla.
  • Refracional: um ou ambos os olhos tem a imagem borrada por um erro refracional (grau) não percebido e não tratado, fazendo com que os olhos não desenvolvam sua capacidade de enxergar.
  • Ambliopia por privação: qualquer obstáculo à formação de imagem nítida na retina, como a catarata congênita, ptose palpebral, hemangiomas entre outras.

Como é o tratamento?

O primeiro passo é corrigir a causa, propiciando imagem retiniana clara, com o uso de óculos, cirurgia de catarata entre outras. A seguir, deve-se forçar a criança a usar o olho preguiçoso, o que geralmente é feito com o uso de oclusores oculares (tampão) sobre o olho bom.      O estrabismo costuma ser corrigido geralmente após o tratamento da ambliopia.

Há outras alternativas ao uso de oclusores?

Por vezes, são usados colírios que “embaçam” a visão do olho bom, forçando a criança a usar o amblíope. Pode-se fazer isso também com o uso de óculos, mas a oclusão continua sendo o melhor tratamento na maioria das vezes. Medicações orais estão em estudo para se tentar melhorar os resultados dos tratamentos e podem ser uma alternativa para crianças mais velhas.

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